Diretoria Nacional

A Diretoria Nacional é o órgão que define as diretrizes políticas e morais da SBPO, assim como, administra o seu patrimônio, sendo eleita durante a Assembléia Geral Ordinária que ocorre por ocasião do Congresso Nacional de Psico-Oncologia.

A Diretoria Nacional empossada no XIII Congresso Brasileiro de Psico-Oncologia, em Setembro de 2014, para o triênio 2015/2018, está assim constituída:

Juciléia Rezende Souza

Presidente

Divamar Alves de Albuquerque

Secretária Geral

Alexandre Augusto Martins Lima

Primeiro Tesoureiro
Currículo

Graduado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1994)

Especialista em Psicologia Hospitalar pelo CFP (2002)

Especialista em neuropedagogia pelo Instituto Saber Cultura (2010)

Especialista em gestão hospitalar pela Fiocruz (2010)

Especialista em Psicologia Junguiana pelo IJEP (2014)

Psicólogo e chefe da Divisão de Psicologia do Hospital Universitário de Brasília

Renata Rose Pacheco da Silva

Segunda Tesoureira

São metas da gestão 2015/2018:

  1. Dar conhecimento e implementar o site da SBPO, fortalecendo a comunicação entre a sociedade e seus associados;
  2. Dar visibilidade à produção científica relacionada às temáticas de interesse da psico-oncologia;
  3. Estabelecer parcerias com instituições com objetivos afins aos da SBPO;
  4. Implantar currículo básico para que a SBPO chancele cursos psico-oncologia;
  5. Propor diretrizes para atuação em psico-oncologia, com desenvolvimento de metas e indicadores para avaliação de resultados;
  6. Divulgar para os sócios informações que ajudem na estruturação e implantação de serviços em psico-oncologia;
  7. Dar conhecimento aos sócios sobre políticas públicas e legislações relacionadas à atuação do psico-oncologista;
  8. Incentivar o desenvolvimento de políticas públicas e ações no terceiro setor que beneficiem o paciente com câncer e seus familiares;
  9. Participar do desenvolvimento de políticas públicas e programas que contribuam para a assistência integral aos pacientes dos sistemas de saúde público e privado;
  10. Avaliar, via survey on-line, as características de formação e atuação dos associados, para posterior divulgação do perfil dos profissionais atuando no Brasil;
  11. Buscar junto ao Conselho Federal de Psicologia o reconhecimento da psico-oncologia como sub-especialidade da psicologia.